Acupuntura: tratamento rápido e eficaz

A Acupuntura é uma prática terapêutica que existe há mais de 5 mil anos e que busca a promoção da saúde e bem-estar do paciente através da inserção  de finíssimas agulhas especiais (esterilizadas, descartáveis, de uso único) em determinadas regiões do corpo (sem usar remédios). É uma excelente estratégia preventiva para inúmeras patologias, além de ser uma terapêutica rápida e eficaz no tratamento de doenças (psicológicas, biológicas, comportamentais). Essa prática busca o equilíbrio físico, mental e energético do paciente.
A eficácia da Acupuntura é reconhecida pelo Ministério da Saúde do Brasil (Portaria 971/2006), pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelos Conselhos Federais de Fisioterapia (Resolução 060/85), Biomedicina (Resolução 002/86), Enfermagem (Resolução 197/97), Farmácia (Resolução 353/00) Terapia Ocupacional (Resolução 221/01), Fonoaudiologia (Resolução 272/01), Psicologia (Resolução 005/02), Educação Física (Resolução 069/03), entre outros.
Nessa terapêutica há também a utilização de estímulos não invasivos (sem agulhas), como por exemplo: uso de eletricidade, laser, calor, pressão, massagem, ímã, semente, esparadrapo. Esses métodos estão ganhando gradualmente mais espaço nessa atividade terapêutica.
Conforme a “Organização Mundial da Saúde” a Acupuntura é eficácia para tratar várias patologias, entre elas destaco:
• Álcool – Diminui a necessidade de ingerir álcool.
• Ansiedade – Eficácia superior à medicação convencional, mas sem efeitos colaterais.
• Asma – Efeito antiasmático em 93% dos casos e maior ventilação pulmonar em 68%.
• AVC (seqüela): dificuldade de articular palavras. Eficácia em 90% dos casos.
• Cirurgia cerebral – Cura dos sintomas pós-operatórios em 86% dos casos.
• Cocaína – Diminuição dos sintomas da abstinência em 44% dos casos.
• Cólon irritado – Melhora significativa em 93% dos casos.
• Convalência – Efeito analgésico superior e mais rápido que a medicação convencional no pós-operatório.
• Depressão – Eficácia similar à medicação convencional, mas sem efeitos colaterais.
• Desintoxicação de álcool – Redução do álcool no sangue.
• Desintoxicação de tabaco – Redução da concentração de nicotina.
• Dor de cabeça – Alívio imediato em 80% dos casos.
• Dor menstrual – Melhora em 91% dos casos.
• Ejaculação precoce – Eficácia em 83% dos casos.
• Enxaqueca – Eficácia em 80% dos casos.
• Esquizofrenia – Eficácia superior à da medicação convencional (78% dos casos).
• Heroína – Diminuição dos sintomas da abstinência (anorexia, suor espontâneo e insônia) e redução da freqüência do uso de heroína.
• Hiperacidez no estômago – Eficácia em 95% dos casos.
• Hipertensão – Eficácia similar à medicação convencional, mas sem efeitos colaterais.
• Hipotensão – A pressão foi normalizada em 95% dos casos.
• Impotência sexual (não orgânica) – Eficácia em 60% dos casos.
• Insônia – O sono foi totalmente normalizado em 98% dos casos.
• Obesidade – Supressão do apetite em 95% dos casos.
• Policisto no ovário – Cura obtida em 94% dos casos.
• Reações adversas ao tratamento de radioterapia e/ou quimioterapia – Náuseas, vômitos e falta de apetite foram eliminadas em 93% dos casos.
• Retardo mental – Aumento de 21% no QI e de 18% na adaptação social.
• Síndrome do estresse competitivo – Eficácia em 93% dos casos
• Tabaco – Diminuição da vontade de fumar em 13% dos casos. Redução no hábito de fumar em 20% dos casos. Redução no prazer de fumar em 70% dos casos.
• TPM – Alívio completo dos sintomas, sem recorrência por 6 meses, em 92% dos casos.
Mas tudo isso (grande grau de eficácia da Acupuntura) não é o tipo de “mídia” que interessa às grandes corporações da área da saúde (ex.: indústrias farmacêutica)… por isso, esses dados não são divulgados nos grandes meios de comunicação… a ignorância do povo gera lucro (para alguns).
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Você acredita que isolamento cura doença psicológica?

Infelizmente, a internação em manicômios (os “famosos” hospícios) ainda é pensada como a primeira solução viável para determinados quadros de alteração psicológica (ex.: esquizofrenia paranóide), apesar das várias críticas publicadas em artigos científicos, lutas sociais por extinção e das leis nacionais e internacionais que falam da sua inadequação.
Há mais de quatro décadas temos alternativas importantes que podem auxiliar no processo terapêutico das alterações psicológicas, sem o uso dessa estratégia tão radical e geradora de estigma.
Além do uso da Psicoterapia (tratamento pela fala), da Psicofarmacologia (tratamento pela ingestão de remédios), da Acupuntura (tratamento por uso de estímulos sobre a pele), também temos várias outras formas importantes de promover saúde, como por exemplo, o uso do Acompanhamento Terapêutico (AT).
O AT é uma prática utilizada desde a década de 1960 em vários locais (EUA, Itália, Brasil, Argentina, Chile, etc.). Essa modalidade de tratamento usa o espaço de circulação do próprio paciente (rua, casa, escola, shopping, praças, etc.) para realizar: promoção da autonomia, do espaço de circulação, da capacidade criativa, da ressocialização, do processo de reflexão sobre si e os outros, da capacidade de higiene de si e do lar, da retomada do processo educacional, etc.
De forma geral, o Acompanhamento Terapêutico, no seu viés clínico, é utilizado de 2 a 3 vezes por semana, com saídas programas, com duração que varia de 1 a 3h. Essas “saídas programadas” são acompanhadas por profissional qualificado (geralmente formandos na área da saúde, com curso de capacitação na modalidade de Acompanhamento Terapêutico).
Muitos acompanhantes e pacientes dão relatos interessantes que vão no sentido de divulgar que os benefícios do Acompanhamento Terapêutico são sentidos desde a primeira sessão (aumento da auto-estima, da esperança, da criação de novos vínculos, etc.).
Assim, antes de pensar que “manicômio é a única solução”, leve em conta que o seu familiar/amigo pode contar com uma série de tratamentos mais eficazes, com resultados mais rápidos e com menos estigma que a clássica clausura da “casas dos loucos”.
Ou… você ainda acredita que a internação (isolamento) cura a doença psicológica?
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