Acupuntura no Brasil

Do ponto de vista histórico, alguns pesquisadores dizem que a Acupuntura (terapêutica que gera estímulos sobre a pele para promover saúde) já era utilizada no Brasil muito antes de 1500, quando os índios cravavam espinhos em sua pele para tratar suas doenças. Mas foi a partir de 1810 que a Acupuntura com a abordagem da Medicina Tradicional Chinesa (MTC) chegou ao nosso país com os imigrantes chineses, os quais tinham o objetivo de cultivar as lavouras de chá.
Em 1898 os imigrantes japoneses, sem formação superior, introduziram sua forma de utilizar a Acupuntura aqui no Brasil. A Acupuntura passa a ser praticada, ensina e pesquisada com mais vigor nos anos 1950. Em 1953 o fisioterapeuta Frederico Spaeth (Friedrich Johann Spaeth, brasileiro de origem austríaca) já fazia uso dessa prática clínica e em 1958 ele ministrou o 1º Curso de Formação em Acupuntura para vários profissionais de saúde (ex.: fisioterapeutas, psicólogos, enfermeiros e outros), depois de fundar o “Instituto Brasileiro de Acupuntura”
Desde 29 de outubro de 1985 a formação, o diagnóstico, a pesquisa, a prática da Acupuntura vem sendo reconhecida no Brasil por determinados Conselhos Federais da área da saúde.
Todavia, infelizmente, ainda não há lei federal que regule o exercício profissional da Acupuntura no Brasil, assim como ocorre com a Psicanálise, a Psicoterapia, a Homeopatia, o Biofeedback, o Acompanhamento Terapêutico (AT), o Coaching, a Hipnose, o Pilates, etc.
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É possível gerar gratuitamente e em segundos o seu "perfil psicodemografico" no contato com as redes sociais?


O nosso perfil psicológico também pode ser analisando através dos nossos comportamentos na internet.
Quando “curtimos” algo no mundo virtual também estamos mostrando algo de nós, mesmo que não saibamos disso.
Nesse sentido, o “Psychometrics Centre” (da Universidade de Cambridge do Reino Unido) criou um aplicativo para demonstrar traços da nossa personalidade utilizando apenas os nossos cliques na rede social.
O “Apply Magic Sauce” faz (em segundos) uma “análise psicodemográfica” do usuário. Para isso, basta que você faça login usando a sua rede social.
A análise inclui itens de personalidade, tais como: gênero, idade percebida, orientação sexual, inteligência, satisfação com a vida, orientação política e religiosa, educação e status marital.
Com isso, podemos dizer que é possível gerar em segundos o seu “perfil psicodemográfico” no contato com as redes sociais através da categorização dos seus cliques nas redes sociais.
Faça o seu “teste” gratuitamente clicando aqui e depois diga se o “Apply Magic Sauce” acertou o seu perfil.
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(Des)Atualidades legislativas da Psicologia

A Psicologia é a ciência não apenas da saúde mental, mas da SAÚDE (Conselho Nacional de Saúde, Resolução CNS n.º 218/97) que aborda o vivo desde o seu ser psíquico, social, orgânico, etc.
Áreas fisiológica e bioquímica integram DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS da GRADUAÇÃO em Psicologia, ex.: biologia, fisiologia, morfologia, farmacologia, neuropsicologia, anatomia do sistema nervoso, genética humana, neurofisiologia, ética e bioética, psicofisiologia, endocrinologia, etc. (fonte: UFRGS, USP, PUCRS, UNISINOS).
Isso não é novidade, basta mencionar que:

  • O CFP já deixou claro TAMBÉM o viés biológico da Psicologia quando deu a sua contribuição[1] ao Ministério do Trabalho.
  • A Resolução CFP n.º 18/00 diz que métodos psicológicos são procedimentos aplicados no psíquico na interface com PROCESSOS BIOLÓGICOS.
  • A Resolução CFP n.º 02/04 diz que o NEUROpsicólogo atua na interface do psíquico com o FUNCIONAMENTO CEREBRAL.
  • A Resolução CFP n° 05/02 oficializou a ação do PSICÓLOGO ACUPUNTURISTA sobre o ORGANISMO (ex.: inserindo agulhas).
  • O Parecer n.º 62/04 do Conselho Nacional de Educação diz que o curso de Psicologia DEVE apreender o fenômeno psicológico em suas INTERFACES COM OS FENÔMENOS BIOLÓGICOS dando competências para o psicólogo atuar na psicoterapia ou “OUTRAS ESTRATÉGIAS CLÍNICAS”.
  • Pesquisas mostram que os psicólogos que usam APENAS a Psicoterapia também promovem mudanças ORGÂNICAS.

 
Com isso, acreditamos que a Lei Federal n.º 4.119/62 deve mudar. Nela constam APENAS essas FUNÇÕES do psicólogo:

  • Utiliza métodos e técnicas psicológicas com o objetivo de: a) diagnóstico psicológico; b) orientação e seleção profissional; c) orientação psicopedagógica e d) solução de problemas de ajustamento.
  • Dirigi serviços de Psicologia.
  • Ensina cadeiras de Psicologia.
  • Supervisiona profissionais e alunos de Psicologia.
  • Assessora órgãos.
  • Realiza perícias e emiti pareceres de Psicologia.

Essa Lei DESATUALIZADA está servindo ao Conselho Federal de Medicina[2] que ERRA ao afirmar que: “IV) A medicina se incumbe do diagnóstico e da profilaxia das enfermidades e do tratamento e reabilitação dos enfermos, empregando, para tanto, TODOS os recursos possíveis. A psiquiatria é a especialidade médica que diagnostica as enfermidades mentais e da conduta, enquanto a Psicologia utiliza-se UNICAMENTE de métodos e técnicas psicológicas para atender pessoas com problemas de ajustamento ou desenvolvimento. (…) Os médicos podem usar TODOS os recursos terapêuticos físicos, químicos, biológicos ou psicossociais; os psicólogos, por força da LEI e de sua qualificação, só podem empregar os recursos psicológicos”.
10 sugestões de mudanças à Lei n.º 4.119/62:

  • Deixar claro TAMBÉM o viés biológico, bioquímico e fisiológico da Psicologia;
  • Criar artigos distintos para os ATOS PRIVATIVOS e os ATOS PROFISSIONAIS;
  • Explicitar que o psicólogo pode utilizar qualquer método e técnica científica ou, “OUTRAS ESTRATÉGIAS CLÍNICAS” (parecer n.º CNE/CES 62/04) ou ainda, “REALIZAR AS INTERVENÇÕES NECESSÁRIAS JUNTO AO PACIENTE” (Resolução CFP n.º 02/04);
  • Oficializar a Prescrição Terapêutica[3];
  • Solicitação de exames[4];
  • Diagnóstico[5];
  • Tratamento de doenças;
  • Prevenção;
  • Pesquisa[6].
  • Autorizar ações em NOVOS CAMPOS que tenham comprovação científica.

 
Com isso, agiríamos conforme os princípios e as diretrizes apregoadas pelo SUS, esclarecendo à população usuária quanto ao campo da Psicologia, além de mostrando o psicólogo com um profissional de saúde competente para intervir, sem submeter-se a outra categoria profissional.
 
Notas:
[1] Conselho Federal de Psicologia. http://200.199.243.195/legislacao/pdf/atr_prof_psicologo.pdf
[2] Setor “ATO MÉDICO”, sessão “O QUE NÃO É MEDICINA?”. http://www.portalmedico.org.br/
[3] Por que o PSICÓLOGO BRASILEIRO não prescreve, como os enfermeiros, dentistas, veterinários, médicos? Vários psicólogos têm ESPECIALIZAÇÃO, MESTRADO, DOUTORADO e PÓS-DOUTORADO em PSICOfarmacologia, NeuroPSICOfarmacologia, Farmacologia, etc. A prescrição pelo psicólogo já é uma REALIDADE em outros países. Por exemplo, nos EUA, em Louisiana e Novo México, os psicólogos pós-graduados possuem legislação específica e podem prescrever remédios.
[4] Futuramente os clínicos farão o diagnóstico de PSICOpatologias a partir de EXAMES PSICONEUROLÓGICOS. “A ideia é, no futuro, diagnosticar distúrbios de ansiedade, como fobia social, com base no funcionamento da AMÍDALA”. (Bauchalla, Veja nº 1864, 2004: 129).
[5] Não só PSICOdiagnóstico, mas DIAGNÓSTICO, principalmente se pensarmos na Acupuntura, Neuropsicologia, etc.
[6] A PESQUISA ainda não consta como atividade do psicólogo na Lei.
 
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Grandes inventores da área da saúde

Neste pequeno artigo divulgaremos dados sobre grandes invenções tecnológicas na “área da saúde” que contaram com a contribuição de pessoas das mais variadas formações, inclusive com profissionais que NÃO têm graduação na área da saúde (ex.: engenheiros, físicos e químicos). O objetivo deste artigo, além de reconhecer o trabalho destes profissionais, Ler mais…

O medo e a fobia: manifestações diferentes?

O medo e a fobia são nomes diferentes que indicam manifestações distintas do nosso funcionamento psicológico. Apesar de grandes confusões acerca do uso destas palavras, a sua diferenciação não é complicada.

Medo é um sentimento inerente ao ser humano e importante para a preservação da vida. Ao sentirmos medo podemos nos preparar para lidar com alguém, objeto ou situação que exija um maior empenho para conseguirmos alcançar a meta desejada.
Por exemplo, se uma pessoa sente medo de sair de casa (por poder ser assaltada), mas assim mesmo o faz, tomando medidas para o “teste do medo” (ex.: levar pouco dinheiro, apenas um documento, carregar a bolsa junto ao corpo, analisar o local de saída e o melhor horário, etc.), ela pode enfrentar a situação temida e ampliar cada vez mais as possibilidades de circulação pelo mais variados espaços.
Já a fobia é uma doença e indica um grau elevado de medo, podendo ser irracional (ex.: medo de penas de galinha), que impede que a pessoa entre em contato com o objeto (ex.: agulhas), seres (ex.: cobras) ou situação temida (ex.: andar de avião). Assim, a fobia pode apresentar as seguintes características: A) desproporção entre a emoção sentida e o animal/situação/objeto gerador; B) medo excessivo sem uma fundamentação racional; C) dificuldade do controle do medo; D) tendência à esquivar-se do “elemento fóbico”.
Por exemplo, uma pessoa que tem fobia de falar em público pode passar anos, ou nunca realizar a apresentação do seu trabalho para os colegas, deixando a sua vida profissional, acadêmica e social restrita.
De modo geral, podemos dividir a fobia em três modalidades:

  • Agorafobia – medo de ambientes onde possa ser difícil escapar do desconforto (ex.: ficar numa fila, estádios, praças, centro comerciais cheios, etc.).
  • Fobias Específicas – ocorre quando o medo excessivo manifesta-se sempre na presença (imaginada, figurativa ou real) do “elemento fóbico” (ex.: clausura, aranha, avião, altura, dirigir, elevador).
  • Fobia Social – medo de realizar um comportamento inadequado e ser avaliado negativamente por outros (ex.: assinar cheque, conversar, alimentar-se, etc.).

Assim, o medo é um sentimento que pode nos auxiliar (desde que saibamos lidar com ele) a preservar a nossa vida, a ampliar o nosso espaço de circulação, a crescermos no decorrer dos enfrentamos com ele.
Já a fobia é uma psicopatologia que pode restringir a nossa circulação, fazendo com que deixemos de realizar novas conquistas, podendo causar outras patologias (comorbidades) como a depressão, ansiedade, pânico, etc. E assim, merece tratamento, para que não venha a impedir que a pessoa fóbica entre em um “circulo vicioso” de redução do seu espaço de vida e saúde.
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Reconhecimento normativo do Acompanhamento Terapêutico

Em 12 de maio de 2014, o Estado do Rio Grande do Sul (RS, Brasil), deu mais um passo fundamental e histórico no reconhecimento normativo do Acompanhamento Terapêutico (AT) e de uma política pública de intervenção ampliada de promoção de saúde.

A Secretaria da Saúde, através da Comissão Intergestores Bipartite/RS, aprovou a resolução nº 233/14 – CIB/RS, a qual institui, dentro da Política Estadual de Saúde Mental, o incentivo financeiro para contratação de profissional de saúde que desenvolva a função de acompanhante terapêutico (at) nas equipes de atenção básica, em unidades básicas de saúde e/ou estratégias de saúde da família.
Conforme a referida resolução, o Acompanhamento Terapêutico é pensado como uma estratégia de cuidado em saúde mental que visa promover a autonomia, a inserção social e uma melhora na organização subjetiva do usuário, através do acompanhamento dele na ampliação de sua circulação e na apropriação dos espaços públicos e privados.
No que diz respeito aos profissionais de saúde, a resolução informa que os acompanhantes terapêuticos poderão ser de nível superior (ex.: psicólogos, assistentes sociais, professores de educação física, fisioterapeutas, enfermeiros, etc.) ou ainda de nível médio (ex.: agentes comunitários, técnicos de enfermagem, etc.).
A resolução nº 233/14 – CIB/RS deixa explícito o incentivo financeiro para contratação de acompanhante terapêutico na atenção básica, que será de R$ 1.200,00 mensais por profissional.
Do ponto de vista do tempo de trabalho, ficou estipulado que os profissionais de nível médio devem desenvolver uma carga horária de 30 horas semanais. Já os profissionais de nível superior, 20 horas semanais.
A norma também trata da experiência básica para o exercício da função. O acompanhante terapêutico deverá ter experiência comprovada de 1 ano em serviços territoriais de saúde. Além de ser supervisionado por um profissional de nível superior com experiência em saúde mental, pertencente à rede do município.
Conforme a diretriz normativa, o at também deve participar das reuniões de equipe da atenção básica, dos territórios no qual residem os usuários acompanhados. E, por fim, nortear a sua prática de trabalho, a partir do plano terapêutico singular do usuário, entendido como o conjunto de atos assistenciais planejados e ofertados para uma situação específica de um usuário e de sua rede de apoio social e afetiva visando à construção de projetos de vida.
Ademais, a resolução elenca os critérios para a avaliação dos projetos técnicos para a inserção da função de Acompanhamento Terapêutico nos municípios do Estado do Rio Grande do Sul.
Em resumo, a partir de 2014, podemos afirmar que o Acompanhamento Terapêutico passou a ter uma orientação mais clara, do ponto de vista normativo (por meio de resolução), da sua remuneração, carga horária de trabalho semanal, experiência básica para contratação e atividades básicas a desenvolver na área da saúde. Resta saber se o Poder Legislativo se sentirá provocado para criar leis (de âmbito nacional) que reconheçam e apliquem o AT de forma muito ampla em toda a rede de saúde pública e privada. Além disso, é momento mais do que oportuno (para não dizer tardio) para os Conselhos Federais dos profissionais da saúde criarem resoluções que respaldem a função de at dos respectivos profissionais registrados. Qual será o primeiro desses Conselhos a criar uma resolução do AT? Será um corporativista (da defesa de atos privativos, da relação de poder) ou algum que pense um AT ético, ampliado, múltiplo, transdisciplinar? Por fim, seguiremos atentos e, porque não dizer, participando/criando os próximos movimentos desse jogo de xadrez chamado o universo da regulamentação do Acompanhamento Terapêutico. Aguardem as próximas notícias…
Leia a íntegra da resolução nº 233/14 – CIB/RS clicando aqui (arquivo em formato PDF) e promova a inserção do Acompanhamento Terapêutico no seu município.
Veja desde quando estamos apontando o problema da inércia da regulamentação do AT:

Veja o setor de legislação do Site AT clicando aqui.
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Reflexões sobre a Esquizofrenia


A esquizofrenia é caracterizada por vários sintomas, como, por exemplo, alterações dos pensamentos (ex.: confusão entre estar sonhando ou não), alucinações (ex.: escutar, sentir, ver elementos que outras pessoas não percebem), delírios (ex.: criar histórias fantásticas para explicar alucinações). Além disso, pode ocorrer o que os psicólogos chamam de “embotamento emocional”, com isso o esquizofrênico vai desenvolvendo dificuldades nos contatos sociais; alguns chegam a viver isolados (nos seus quartos), mesmo quando moram na casa dos seus familiares.

Pesquisas científicas indicam que a esquizofrenia pode atingir até 1% da população mundial. No Brasil estima-se que há em torno de 1,6 milhão de esquizofrênicos. Esse transtorno manifesta-se igualmente em homens e mulheres; a diferença é que nos homens tende a ser mais cedo (em torno dos 20 e 25 anos) e nas mulheres entre os 25 e 30 anos de idade. Vale destacar que a esquizofrenia também pode iniciar na infância e após os 30 anos de idade. Quanto mais cedo ocorre o início do transtorno, pior pode ser prognóstico, principalmente ser o paciente sofrer uma crise psicológica antes de conseguir organizar, de forma importante, a sua vida afetiva, conjugal, educacional, profissional, etc.
Podemos dividir os sintomas da esquizofrenia em positivos e negativos:

  • Sintomas positivos – funções psicológicas que não deveriam se manifestar, mas surgem e atrapalham a vida do paciente esquizofrênico (ex.: alucinações, delírios, maneirismos).
  • Sintomas negativos – funções psicológicas que deveriam se manifestar, mas que no esquizofrênico estão ausentes ou seriamente prejudicadas (ex.: ânimo, organização do pensamento, comportamentos adequados a situações sociais).

Existem várias teorias que tentam explicar o desencadear da esquizofrenia (ex.: teoria psicológica, bioquímica, viral, fluxo sanguíneo cerebral, estresse, biológica molecular, genética, uso das drogas, nutricional, social). Mas ainda não há uma teoria que explique clara e definitivamente, do ponto de vista científico, o que causa a esquizofrenia.
Ainda hoje não existe uma cura definitiva para a esquizofrenia. O que existe são terapias que têm como objetivo diminuir o desconforto do paciente (e das pessoas que convivem com os mesmos), reduzindo as alucinações, aumentando o contato social, auxiliando no processo educacional, etc. Tipos de terapias para esquizofrenia são:

  • Acompanhamento Terapêutico (AT) – uso de espaços (ex.: rua, shopping, cinema, teatro) para fazer com que o paciente não fique isolado.
  • Psicoterapia – uso do falar com o terapeuta para organizar pensamentos, afetos, comportamentos e diminuir alterações fisiológicas geradas pela psicopatologia.
  • Remédios – uso de químicos para diminuir alucinações e alterações comportamentais.
  • Acupuntura – utilizada para elevar o ânimo, diminuir estresse, depressão e ansiedade, melhorar a qualidade do funcionamento geral do paciente, aumentar nível de inteligência do esquizofrênico (conforme OMS).

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